quarta-feira, 16 de abril de 2014

Guerra

 Venho aqui relatar que cravo uma guerra sem fim, uma guerra em que não sei se saio viva. A guerra do amor. Uma guerra que cravo entre eu e ele.
 Acho que estou perdendo esta guerra, aos poucos, mas estou. Estou em uma fase chamada desespero. Aonde quem dita as regras é ele, e quem entra em desespero sou eu.
 Eu entrei nesse jogo sem saber absolutamente como jogar, o que fazer e como sobreviver. E estou apenas perdendo, perdendo e perdendo...
 É uma guerra aonde parece que eu sempre chego ao fim, ou á beira dele. Mas sempre volto ao início de jogo já levando fé que não vou conseguir ganhar.
 E agora, estou aqui, perdi, outra vez. E estou apenas procurando o botão restart desse jogo, temendo nunca poder encontrá-lo novamente.
 Enfim, isso é só o que estou passando enrolado em uma máscara, claro que posso falar a verdade sobre os fatos, e claro que posso retirar essa máscara...

 (...) Mas se você é um bom leitor ou teve um amor como esses vai entender.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Assim como a fênix...

 Em uma tarde sem fim sozinha e carente estou eu, escrevendo mais um dos meus textos indecisos e preciso em que eu achava que nunca mais escreveria, simplesmente porque eu achei que havia encontrado o amor da minha vida.
 Bem, ainda estou com ele, o amando como sempre o amei ou amarei. -Isto é um progresso! Já que todos os outros foram embora como havia dito e como vocês já sabem, mas depois de um tempo nada é ou está como antes.
 Digo, como alguém que está ao seu lado á 9 meses de repente, assim do nada muda, como se fosse um casulo em que faça uma lagarta virar uma borboleta? O amor tinha que ser sempre o mesmo certo?
 Errado, eu já sofri algo assim antes. Joguei a culpa em meu coração, que estava cansado das dores passadas. Mas em outro estado de espírito parece que as coisas inverteram.
 Eu a carente, e ele me ignorando. E agora eu sei o quanto isto o magoava, o pisoteava e o despedaçava...  Acho que virei uma lua, em que suas fases nunca serão compreendidas, nunca.
 Eu só espero que ele nunca desista de mim, como todos os outros e que ele me entenda. Que o nosso amor seja como a fênix, que renasce das cinzas, a cada morte causada por um amor frio.
 Que o nosso amor renasça, assim como essa ave, que a cada cair aja um levantar. Pois eu o amo e sua partida não posso, não vou e nunca irei suportar (...)


sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Novos desenhos :3

Aqui alguns desenhos que eu fiz ultimamente...



Meu namorado fez uma tatuagem com o desenho que eu fiz *-*

Vê só como ficou daora ;D

Ele vai fazer mais algumas tattoos com uns desenhos que eu fiz, esses:


Espero que as tattoos fiquem legais, que vocês tenham gostado dos meus desenhos e que me desculpem pelo atraso com os posts... é que eu não tenho muita ideia pra postar.
mas continuo aqui viu não vou abandonar o blog rs.
até mais :*




sábado, 24 de agosto de 2013

Coração desobediente "Crise de sentimentos"

Há um tempo atrás, eu tinha um coração de manteiga, um coração pelo qual era fácil se apaixonar. Era como se eu deixasse a chave debaixo do tapete, e qualquer um pudesse achar e assim, entrar e fazer a maior bagunça.

(...) Eu acreditava que qualquer pessoa que chegasse na minha vida com a passagem de ida e volta, fosse ficar, pra sempre!

Mas depois de um tempo, eu fui guardando a chave no bolso e trancando a porta do meu coração. Isso porque, eu deixava muitas pessoas entrar e fazer o estrago, e elas não ficavam, elas iam embora.

(...) E então, nevou. Tudo estava frio e vazio. E eu não me referia ao clima.

Até que meu coração ficou tão frio que nenhuma chama esquentava, e era difícil controlar, pois quem realmente merecia do meu amor, carinho e afeto não o tinha.

(...) Eu o amava, em algum lugar aqui dentro eu sabia disso. Só, era impossível demonstrar.

Eu quase o perdi por culpa desse coração desobediente. Minhas palavras do gênero: "Eu te amo" não causavam nenhum efeito pois minhas atitudes era realmente o contrário. Até que eu percebi que era só questão de se entregar, meu coração apenas criou uma barreira por causa das decepções de antes.

(...) A gente pode sim mandar no próprio coração, segurar as rédias, deixar o sentimento ir á frente.